quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É o que tem para hoje!


Quando entramos em um restaurante, logo o garçom se disponibiliza e nos dá o cardápio. Escolhemos nosso prato favorito; ou, vez ou outra algo especial ou até mesmo uma refeição exótica; mas com certeza, pela descrição do menu sabe-se o que vai comer. E aí nos fartamos de guloseimas escolhidas por nós mesmos, porque sabíamos o que a relação dos pratos nos traria. Pois é, falei de comida, escolhas e do prazer que se tem de exercer nossa liberdade de opção para decidir pelo que nos é melhor e o que mais gostamos; afinal o prato ao qual demos preferência normalmente cumpre o que promete. Agora vamos falar de um cardápio que está bem longe de, primeiramente, nos apresentar boas opções, e depois que são servidos e os ingerimos , é pior ainda. No entanto, somos obrigados a eleger um ou mais, o que, às vezes, chega nos ser nauseante. Enfim é lei! Pois é, é disso mesmo que estou falando, candidatos. As alternativas ou são sempre as mesmas, ou se outras, palhaços, oportunistas... Ah!! Tem também os “idealistas”, pois sim, se o fossem de verdade não se corromperiam. Então? O que nos resta? Democracia!!! Sim, vivemos numa, porém até quando teremos que nos subjugar a políticos “políticos”, no sentido pejorativo da palavra!!!! Sim porque essa palavra virou piada por ser sinônimo de “..................................”. Não, você não entendeu errado não e nem eu esqueci a palavra certa para definir essa espécie de gente, é isso mesmo, cada um coloque nessas aspas o adjetivo que lhe ocorrer na mente e no momento, e isso será a maior verdade, porque essa fatídica junção de letras “política”, veio da arte de governar, o que quer dizer: maneira de agir com habilidade. No entanto, não é isso que se tem conta, mas sim de que seus mantenedores, de fazer arte, no sentido literal e obscuro dela: travessura. Até onde meu Deus?!!! Então!!! Até onde, seremos obrigados a nomear, eleger, sem boas opções de escolhas e prazer como quando pegamos o cardápio em um bom restaurante e apontamos a melhor alternativa; até quando teremos que chegar às urnas, nos conformar e votar com ela nos dizendo: “É o que tem para hoje”!!!!!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ciúmes


Ciúme é uma palavra banalizada em minha opinião, porque na verdade ele tem fundo nobre, e muitos desavisados, sem clareza de visão, não enxergam e se envolvem insuficientemente em uma relação confundindo amor com egoísmo e por que não, Narcizismo. Sendo seu significado: receio de se perder um amor; ninguém pode ter esse tipo de sentimento por quem não se convive. Temos ciúmes de pais, irmãos, amigos, e principalmente da cara metade. No entanto, muitos alegam conhecer seus propósitos, mas vamos combinar que isso não vem a ser uma verdade! Ela tem um patamar ao qual, ultrapassado, é doença, pois foge à realidade. Nenhum de nós tem o direito de subjugar o outro por seu bel prazer.
Um dia, numa pregação, ouvi do pastor, “Sabe irmãos, o Espírito Santo nos ama tanto que Ele tem ciúmes de nós”, senti um arrepio que me entorpeceu de alegria, me embriaguei no
Espírito, fui banhada por glória naquele momento. Conheci e entendi o verdadeiro sentido que leva com ela e declarei: “sinta sim, sinta bastante ciúmes de mim, o Senhor tem esse direito, me queira só para Ti, seja egoísta, queira meu amor exclusivo. O Senhor pode, o Senhor merece”!
Em nossa caminhada devemos amar a Deus acima de tudo e todos, e, ao próximo como a nós mesmos; dividindo então com esses, atenção e favores; mas, meus irmãos, a Ele toda glória, honra e louvor, tem que sair na frente. Amados sigam meu raciocínio, Ele nos desenhou, um a um, uma obra prima, nada mais nada menos que a Sua imagem e semelhança, nos fez nascer de pais que nos amam, uma vez aqui nos toca, unge, abençoa. Se vazios, enche-nos com Sua glória e poder; cura; liberta e antes de tudo, salva! É o nome além de todo nome. Ele é egoísta sim, com certeza e quer tratar dos interesses Dele mesmo, e qual é? Somos nós! Deus nos criou e nos quer de volta. É para adorá-Lo que fomos feitos carne, que seja egocêntrico, e Ele realmente o é, é o centro, a fonte, de onde extraímos água viva e a abundância. Seu ciúme é a nobreza personificada, mesmo sendo traído, perdoou e continua a fazê-lo nos dias de hoje.
Vem comigo, você, é você que lê essa crônica. Coloque sua mão em seu coração, feche os olhos e em um minuto de silêncio sinta seu pulsar, sinta o sangue correr em suas veias, Ele irá com você nessa viagem de conhecimento e vida, vida essa que Ele lhe proporcionou e quer de volta para seu próprio beneficio. E agora! Me diga! Ele não tem mesmo o direito de sentir ciúmes de você?

sábado, 27 de novembro de 2010

Atração Fatal



A curiosidade é uma coisa fantástica Concorda? É através dela que descobre-se e explica-se muitas, se não a maioria, das reações de nossas vidas e atividades desse nosso planeta maravilhoso.
Um desses fenômenos, se me dão licença, “fenomenais” é a força da gravidade que é: uma força que faz com que todos os corpos sejam atraídos para a terra, o que garante que você não saia “voando” por aí. Sensacional!
E isso nos foi explicado mais a fundo graças a um físico chamado Isaac Newton que ficava jogando as coisas para cima para ver o tempo de caída de cada objeto, chamando-a “Lei da Gravidade” e com seus estudos nos ensinou que essa força vem do centro da terra nos atraindo a si em segurança, grudados ao chão.
Pois então meus queridos leitores, isso tudo foi falado para deixar vocês a par de que também Deus nos quer grudados a Si. Ele é a própria lei gravitacional, o centro onde devemos nos firmar. Sem a força da gravidade flutuaríamos sem chão, perdidos, ao leu. Com o nosso Deus não é diferente, Ele nos mantém em segurança e com perspectiva, sem Ele estaríamos fadados à perdição, à danação eterna. Tanto a força física como a espiritual nos assegura e dá visão de futuro, no corpo e na alma respectivamente. A primeira, já por ordem divina, nos dá por si só essa estabilidade, no entanto a segunda, admito, é escolha nossa, é livre arbítrio, e olha, é tudo verdade, mas, apenas se fará valer em nosso espírito se nos deixarmos atrair pelo núcleo da vida e já sabemos que Ele é egocêntrico. Por ser soberano, Ele pode, Ele pode tudo, e Ele quer, quer nos atrair como um ímã puxa os objetos para seu redor, Deus tem esse poder e mesmo sendo Sua criatura contrária; ele nunca nos repele, Sempre ficará no grau de alcance. O magnetismo Dele vai além de fórmulas e segredos. Ferros como nós jamais entenderá, físico nenhum desvendará. Não se pode captar amor de tamanha proporção sem o Espírito de Deus. É infinito!
E assim deixo acertado com vocês, quando se sentirem levados, puxados por esse amor, não lutem contra, se entreguem, deixem-se guiar para essa direção, para esse centro de gravidade espiritual, pois Ele fatalmente quer atraí-los a Si.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Carta de Amor


Receber carta de amor é bom, né!? Quem não gosta! Ela pode ser do marido, da esposa namorado, irmão, pai ou de amigos, qualquer pessoa que demonstra ter carinho por nós numa carta, é amor!!! E diversas situações nos permitem exprimir esse afeto; a saudade de quem está longe; um recado, uma reconciliação. A verdade é, nem sempre se está perto ou se pode estar perto para declarar seus sentimentos de amor ou até mesmo de consideração por alguém. Acho que dá para notar, ou melhor, acho que todos temos consciência de que não se expressa em folhas ou e-mail, meio mais comum nos dias de hoje, considerações, nem se derrama em demonstração de amor a desconhecidos e muito menos a desafetos. Isso é impensável e foge às regras para nós, seres humanos cheios de restrições e egocentrismo. No entanto, ah ! Meu Deus! É; Ele mesmo, Deus. Sem nenhuma das peculiaridades ditas aqui, nos escreveu, sim, escreveu; mesmo sendo quem é; não uma, mas a maior “carta de amor” já escrita nessa terra. Através de mãos humanas, Seu Espírito se dispôs até aqui para nos deixar, gravado, em verdade, o maior desprendimento já visto por nós, criaturas mortais. Deixou de lado, ignorou nossos pecados e transgressões, e, com misericórdia, revelou, se abriu, ao longo de séculos nessa “enorme” carta, Seu infinito amor por nós!Não se tem notícia de um amor maior, e nem perto de ser igual. Ali, Ele nos ensina, aprimora, dá exemplos e Se rasga em amor por toda a humanidade. Logo um povo que não sabe agradecer nem entender tantas bênçãos recebidas. Mas, não, Ele não titubeou; tanto que deu Seu próprio filho para todo àquele que Nele crer, não pereça, mas tenha vida eterna. E discorreu toda essa história ali, como prova, só para nos salvar! Essas folhas; ensaia o que pode ser nossa trajetória em vida, vida essa que Ele quer estender ao longo de toda a eternidade em gloria com Ele, basta ler e crer!!! Oh! Pai e Senhor nosso, nós a recebemos sim, é a maior tiragem de todos os tempos; muitos a receberam, e muitos ainda a recebem, no entanto, com desdém, dizem, “não conheço o remetente”; se quer a abrem, desconhecendo seu conteúdo divino. Porém, os que a abrem, descobrem o tamanho, a imensidão do amor descrito nela. Esses, Pai, que somos nós, o Teu povo, agradecemos, de coração, essa carta chamada “bíblia”,e como o Senhor designou, é com ela que alcançaremos a vitória e o nosso lugar no céu dos céus. E prometo Senhor, vamos continuar enviado-a a toda criatura, pois sabemos que só através dela seguiremos “A Caminho de Ti.”

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

DNA


DNA é uma substância envolvida na transmissão de caracteres hereditários, das quais trás consigo qualidades físicas ou morais de alguém aos seus descendentes. Na verdade essa sigla é bem conhecida do grande público por ser usada na identificação de indivíduos e em confirmação de paternidade. Já literalmente familiarizados com ela, por seu significado nos mostrar nossa linhagem e afirmar que não somos seres aleatórios e sim parte de um ditado popular “sangue do meu sangue”, essa herança genética nos é apresentada ao nascer pelo nosso corpo e alma que são respectivamente nossa matéria e personalidade. Agora quero entrar na terceira parte de nós, o espírito. O que seria, então, o nosso “DNA” espiritual!! Se com os dois primeiros dotes trazemos particularidades de nossa parentela, o espírito também precisa ser identificado. Qual é, portanto, nosso “DNA espiritual??” Meus amigos leitores, se o DNA terreno nos é importante, instala nossa origem; calculem o eterno que nos regala à eternidade. E diferentemente da do primeiro, no segundo temos escolha, o nosso criador deixa em aberto, Ele abre um parêntese em nossa história, nós é que vamos instituir em nós mesmos esse bem, chamo benfeitoria porque Deus nos criou e nos quer de volta, mas, claro, livre arbítrio; ou estabelecemos O Seu ou de Seu inimigo, não existe meio termo como dizem por aí; lembrem-se, não somos seres aleatórios, que nascemos do nada e vamos para o mais nada ainda, temos propósitos, e uma vez inserido em nós o “DNA espiritual”, não tem volta, a partir do momento que o Senhor soprou em nós a vida, ela jamais sumirá, ela não se evapora, ou se vive com Ele ou sem Ele eternamente. Não é revogável, o primeiro recebemos ao nascer, o segundo que também é irrevogável, ao morremos. Não existe um lugar para indecisos. Registre, marque em si mesmo o DNA de Deus, ele é simples, fácil, e de graça. Ele é o caminho, Ele é a verdade, Ele é a vida, Ele é o nosso DNA espiritual, Ele é JESUS.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Crack


Existem vários craques no Brasil e no mundo. São craques do tênis, vôlei, basquete e principalmente os mais falados; os do futebol. Tem também os craques da vida; pessoas lutadoras, que vencem na raça, se esforçam pelos seus ideais, trazendo melhorias às famílias, e não digo só financeira, resultado de tudo isso; na batalha por um lugar ao sol vêm benefícios de todos os lados.
Os craques do esporte alcançam sempre muito mais que dinheiro e fama, têm que manter o corpo e o bem estar emocional saudáveis, e quanto mais bem elaborado seu trabalho avançam para uma escala maior, até internacional; conhecemos e admiramos muitos casos vitoriosos. Essa é a vantagem de “ser” um craque.
Como deu para notar, no título dessa crônica a palavra em evidência está escrita diferente da que já foi falada até agora; no entanto é com pesar que entro no assunto da palavra título; “crack”. Palavras de mesma pronúncia, gramática e ações tão distintas. Diferentemente do primeiro “craque” comentado aqui, o segundo “crack” é uma, literalmente droga, ruim até quando lamentamos um fato, “que droga!” É, mas ela é pior que isso; é arrasador os malefícios que essa pedra feita da mistura de cocaína e bicarbonato de sódio trás, geralmente fumada é uma forma impura da cocaína que já é, por si só, muito nociva para um ser humano. Calcule, portanto, você prezado leitor o tamanho da defasassem causada a jovens, crianças e se lá mais quantos usuários espalhados por aí afora. Esquinas, becos, ruas, avenidas, às escondidas ou não. Cidades grandes, pequenas, ricos e pobres, esse veneno tem infectado nossa juventude, que pelo andar da carruagem, nem chegarão a ficar adultos ou se chegarem; de que forma?! Embevecidos, arrebatados para um mundo secular, onde nem eles mesmos coordenam?! É espantoso meus amigos, como pode uma geração se entregar por tão pouco. Fuga? Medo? Fraqueza? Ou um “barato”? Aí se tornam dependentes e suas vidas mudam de figura.
O que dizer dos fornecedores?!! Ratos de porão que à surdina vão roubando , afanando, destruindo a longo prazo vidas de inocentes e de pobres coitados sem noção nenhuma de onde estão entrando ou onde vão chegar. Com essa atitude covarde, essas criaturas desprezíveis destroem sonhos e ceifam famílias. Tudo isso por não terem a dignidade do homem, o trabalho; assim se refugiam escravizando até tirar dali a última gota, ultrajando a essência de um ser feito para o bem.
A minha, a sua ou a indignidade de todos nós não adianta, é preciso agir, e isso começa em casa. Sondem, cheguem perto, amem seus filhos, só assim a chance de reação se dará. Não prefira que seu filho tenha um “crack”, mas sim que ele seja um “craque”.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Uma fazenda de Chita


Dona Benê era uma senhora distinta, esposa fiel, mãe presente, dona de casa empenhada. Trazia tudo sob controle. Ótima cozinheira; sua cozinha era um brinco, enfeitada. Pingüim em cima da geladeira, eletrodomésticos com vestes. Hábito, década de 50. Época da páscoa. Religiosa, queria ir à igreja no domingo com seus 7 filhos nos “trinques”, vestidos com elegância. Foi à loja de tecidos e pediu várias fazendas de panos bons para calças, bermudas, camisas, vestido. No acerto de contas se lembrou que precisava vestir sua nova tábua de passar roupas. Pediu uma fazenda de chita, pano barato de algodão estampado. No caso, azul e amarelo. Ao fechar a conta notou uma senhora simples a olhar a chita em suas mãos, “acho que apreciou o tecido”, pensou D. Benê saindo da loja. Duas semanas depois a fiel esposa, mãe devotada vai celebrar a ressurreição de Cristo com toda a tropa. Entra na igreja, Matriz, enche um banco! Minutos antes de começar a cerimônia, entra uma senhora e seu marido que chamou atenção de todos. Sentaram no banco da frente, e também o encheu com 7 meninas, todas impecáveis, rigorosas e igualmente vestidas, inclusive o vestido da mãe e a camisa do pai, com roupas do mesmo pano, chita azul e amarelo. Não tinha como não olhar, era suigêneres. Ou se vê agora ou não terá outra oportunidade. Ao observar a cena que tantos admiravam, D. Benê reconheceu a mãe das garotas e o tecido. Era o próprio, o mesmo ao qual havia vestido a tábua de passar roupas. Provavelmente pelo preço, comprou a peça toda. “Sabe que ficou simpático!” pensou ela. Ao final, como uma família de patinhos que seguem a pata mãe, todos iguais, em uma fila, sem o patinho feio, claro, foram embora seguindo seus genitores. Uma atrás da outra. Lindo de se ver pela elegância e postura da bela e diferente família que formavam.