quarta-feira, 12 de outubro de 2011

No, No, No



Traduzindo: não, não, não. Essa foi a resposta que a cantora Amy Winehouse deu quando, por amor a ela, seus amigos e parentes quiseram lavá-la ao Rehab, centro de reabilitação para viciados. Na verdade ela sabia que era o certo a fazer, entretanto, continuou com seu, “no, no, no”.
Contudo, eles a levaram. Com ou sem a aprovação dela. Impuseram. Internaram-na. Vigiaram-na 24 horas por dia. Mas ela insistentemente dizia, “no, no no”. Estava lá, mas não estava! Ela não queria a liberdade! Presa as drogas e ao álcool preferiu a morte.
Dona de uma voz impar, sui gêneris, que lhe era peculiar como todo seu aparato visual, foi fraca. Tinha tudo para dar certo! Porém, Amy Winehouse não se ateve para a dimensão do que tinha nas mãos, do talento que recebera. O dom de cantar! Dom dado por um Deus que quer ver frutos desse presente. Ademais ela enterrou consigo seu talento. Em Mat. 25 – 15,29, parábola dos talentos mostra como um inconsequente servo enterrou seu talento ao invés de multiplicá-lo. Foi o que ela fez!
Em 23 de julho de 2011, aos 27 anos Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, na Inglaterra. A causa da morte ainda não se sabe, mas sim que a trajetória de vida assinalada por ela mesma a levaria a isso. A dependência química.
O que leva um ser humano a se deixar deteriorar de tal forma, a ponto de definhar, perder o viço de sua juventude, ou pior o amor próprio como essa cantora que no começo de uma carreira promissora, no desabrochar para o mundo, preferiu a morte. Porque ela preferiu sim a morte!
Fraqueza, depressão. Veio assim de fábrica ou pela fama repentina? O que se sabe, mais uma vez, é que nas letras de suas músicas ela praticamente pedia socorro. Todavia! “No, no, no”. Talento desperdiçado! Enterrado sem multiplicação. Aliás, mesmo que a reabilitação tivesse feito efeito, seu repertório precisaria também de uma reabilitação por ser apenas um pálido reflexo dela mesma.
Enfim! Era imprescindível que Amy Winehouse começasse tudo de novo, vida nova, nascer de novo! Deus lhe daria essa chance! Ela preferiu, “no no no”.
Deixou sim seus fãs como ela mesma dizia em sua música Back to Black, de luto por ela. É, se a Amy quisesse continuar aqui teria que entoar “Yes, yes, yes”, e de coração. Ela não quis! Jogou a toalha em sinal de desistência! Que pena! Perdemos mais uma para a droga dessas drogas.

2 comentários:

  1. Deny,

    Fiquei muito feliz com a resposta de seu e-mail, ficou muito feliz que tenha se emocionado, porque você me emocionou.

    Essa crônica é mais umas de suas belas obras, e realmente a Amy não conseguiu ser mais forte, de repente foi a falta de apoio no próprio convívio dela, as pessoas com quem andava ou de repente até a falta delas. Uma pena.

    Beijoaks elis!!!!!

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  2. sandra lucia vasconcelos miranda1 de novembro de 2011 às 08:34

    De, fiquei muito emocionada com sua cronica sobre a Amy, sou fã ardorosa dela, e ficava muito triste com sua escolha de vida, mas foi o que ela escolheu para si, que pena, agora só ficamos com o que nos deixou, bjos e parabéns! bjos sua irmã que muito a ama! Sandra

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