terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Papai Noel


“”Ho, ho, ho”. Assim ele se apresenta. Papai Noel é uma figura! Quem não se encanta com essa sua risada, barba branca, roupa vermelha, sua touca e aquele barrigão! E, ainda mais com seu saco cheio de presentes. Esses que “distribui” às crianças às vésperas de natal.
E esse bom velhinho que se tornou tradição é uma história baseada em um senhor chamado Nicolau que nasceu na Turquia no ano de 280 DC e que saia para as ruas de roupas marrom e verde deixando saquinhos com moedas para os pobres nas chaminés de suas casas. Com o tempo foram transformando sua imagem até essa que se vê hoje.
Ele agora faz parte de um dos inúmeros símbolos criados pelo homem para as festas natalinas comemorada na data de 25/12. Os seres humanos têm uma imaginação espetacular. Muitas coisas nos remetem à noite de natal. Neve, e nem neva no Brasil! Ceia, árvores enfeitadas, luzes piscando, presentes. Até as vitrines das lojas. E tudo emociona! No entanto, será mesmo que todo esse aparato e simbolismo exprimem bem ou exatamente o que o nascimento de Jesus significa para a humanidade? É tudo muito divertido, alegre, prazeroso não se deve negar. Porém fica sempre uma pendência em nosso coração, essa felicidade atinge a toda a população? Reiterando, essa é a felicidade a se atingir? O presente que todos, indistintamente podem receber está mais ao alcance que se pode imaginar. Ninguém que o queira aceitar ficará de fora. Diferentemente do bom velhinho que mesmo que quisesse não teria condições físicas nem monetárias para suprir tão grande contingente.
Papai Noel. Deveríamos chamá-lo, Papai do Céu, assim ninguém ficaria sem receber seu presente na noite de natal. A Salvação.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Cajuzinho


Numa tarde de inverno de uma cidade do sul de minas, ele passeava a tomar sol pela praça quando a viu pela primeira vez. Ela era jovem. Mais jovem que ele que não era assim tão velho, porém já estava ficando meio “passado”. A família, pela intimidade insinuava: “vai ficar para titio”. Solteirão convicto. Viu em seu interesse por ela a oportunidade de se livrar das implicâncias.
Àquela garota mexeu com ele. Como mexeu! Nos dias que se seguiram ele andava pelas ruas a procurá-la. Sondava de olhos abertos para todos os cantos a fim de avistá-la. Algumas trocas de olhares deram para ele esperança. Resolveu então melhorar o visual. Regiminho, roupas novas. Tudo para conquistar a amada. Ainda faltava algo! De olhos para o espelho se deu conta dos fios de cabelos brancos que o acompanhavam delatando os anos já percorridos. “Darei um jeito nisso”, pensou ele. Marcou horário em um salão de beleza.
Tardezinha, quase noite, pouco movimento! Na opinião dele! Espreita para cá, para lá e adentra o estabelecimento que renovaria literalmente seu visual. Explica mais ou menos a situação para a cabeleireira que dá inicio ao processo. Pinta aqui pinta ali, as madeixa vão vendo logo o resultado do tratamento. Cabelos mais escuros! Para uma secagem mais rápida da tinta a profissional o coloca no secador. Aqueles enormes em que se senta embaixo deles e sua cabeça é enfiada dentro, geralmente coloridos.
Ele pega um jornal, o dispõe sobre as pernas e o lê distraidamente quando de repente! A garota dos seus sonhos, a do motivo de tudo, entra no salão! Em pânico ele cobre o rosto com o jornal. E ela a conversar com a atendente não saía de lá por nada deste mundo. O horário dele venceu, a cabeleireira que o atendia verificou e disse: “está na hora, vamos tirar”? Ele, desesperado, com medo de se revelar, pedia, sem sequer explicar o motivo: “só mais um pouquinho”. E ela: “não dá, seu cabelo vai ficar vermelho”. Ele insistiu: “por favor”. Não entendendo a causa a cabeleireira esperou, mas logo voltou a falar: “vamos lavar”. Ele não arredava pé e a sua paquera também não! O tempo foi passando a garota não ia embora e os cabelos dele só mudando de cor! Por trás do jornal ele permanecia, só de soslaio, a espera de a paquera ir-se em direção a porta da rua. Nada! A comoção virou geral entre as funcionárias. Rir ou chorar?! Situação difícil. E sem entenderem nada!
Coisa de 40 minutos após o tempo regulamentar a garota sai em direção à rua. As cabeleireiras desconfiadas correm em socorro dele, tiram-no do secador e constatam olhando umas para as outras. Dão a notícia a ele: “seus cabelos estão completamente vermelhos”! De novo! Rir ou chorar! No arruma aqui, corta ali. Resultado! Cabelos cor de caju. Sem acordo. O melhor foi feito. Talvez raspar careca! Ele se negou!
Apelidado “cajuzinho” pelos amigos. Esperou que o tempo o acudisse. Demorou muito! A garota? Ele fugiu tanto dela que esfriou! Acabou o que nem começara. Ele pusera fim ao relacionamento que tinha pretensão de acontecer.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

No, No, No



Traduzindo: não, não, não. Essa foi a resposta que a cantora Amy Winehouse deu quando, por amor a ela, seus amigos e parentes quiseram lavá-la ao Rehab, centro de reabilitação para viciados. Na verdade ela sabia que era o certo a fazer, entretanto, continuou com seu, “no, no, no”.
Contudo, eles a levaram. Com ou sem a aprovação dela. Impuseram. Internaram-na. Vigiaram-na 24 horas por dia. Mas ela insistentemente dizia, “no, no no”. Estava lá, mas não estava! Ela não queria a liberdade! Presa as drogas e ao álcool preferiu a morte.
Dona de uma voz impar, sui gêneris, que lhe era peculiar como todo seu aparato visual, foi fraca. Tinha tudo para dar certo! Porém, Amy Winehouse não se ateve para a dimensão do que tinha nas mãos, do talento que recebera. O dom de cantar! Dom dado por um Deus que quer ver frutos desse presente. Ademais ela enterrou consigo seu talento. Em Mat. 25 – 15,29, parábola dos talentos mostra como um inconsequente servo enterrou seu talento ao invés de multiplicá-lo. Foi o que ela fez!
Em 23 de julho de 2011, aos 27 anos Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, na Inglaterra. A causa da morte ainda não se sabe, mas sim que a trajetória de vida assinalada por ela mesma a levaria a isso. A dependência química.
O que leva um ser humano a se deixar deteriorar de tal forma, a ponto de definhar, perder o viço de sua juventude, ou pior o amor próprio como essa cantora que no começo de uma carreira promissora, no desabrochar para o mundo, preferiu a morte. Porque ela preferiu sim a morte!
Fraqueza, depressão. Veio assim de fábrica ou pela fama repentina? O que se sabe, mais uma vez, é que nas letras de suas músicas ela praticamente pedia socorro. Todavia! “No, no, no”. Talento desperdiçado! Enterrado sem multiplicação. Aliás, mesmo que a reabilitação tivesse feito efeito, seu repertório precisaria também de uma reabilitação por ser apenas um pálido reflexo dela mesma.
Enfim! Era imprescindível que Amy Winehouse começasse tudo de novo, vida nova, nascer de novo! Deus lhe daria essa chance! Ela preferiu, “no no no”.
Deixou sim seus fãs como ela mesma dizia em sua música Back to Black, de luto por ela. É, se a Amy quisesse continuar aqui teria que entoar “Yes, yes, yes”, e de coração. Ela não quis! Jogou a toalha em sinal de desistência! Que pena! Perdemos mais uma para a droga dessas drogas.

domingo, 14 de agosto de 2011

Resgatando a Essência



É com muita felicidade que venho informar aos leitores e seguidores do meu blog, que pela honra de Deus estou lançando meu primeiro livro, Resgatando a Essência. No qual venho compartilhar a forma de se resgatar o que foi perdido com a modernidade, a essência.




Lançamento do livro: Resgatando a Essência



Data: 01 de outubro de 2011 às 20:00hrs.


Local: Centro Cultural - Avenida Santo Antônio, 430. Mogi Mirim - SP



Também está a venda nos links abaixo.












Espero que aprecie e se envolva com a leitura!


Obrigada.






segunda-feira, 25 de julho de 2011

No mundo das Nuvens



Tarde ensolarada, descansava na grama de meu jardim. Percebi nuvens se movimentando no céu. Deitei. De frente para elas, houve comunicação. Desenhos, figuras, letras, constataram esse elo. “Seria pra mim?” Pensei, “só podia ser, só estávamos nós”, uma infinidade azul com manchas brancas se mexendo, se transformando a cada instante, e eu.
Animais, rostos, palavras. Tudo em simbiose com meus pensamentos. De repente, uma fruta. “Será que estou com fome?” De novo. “Vem de mim, de dentro de mim? Ou elas contatando?”. Só sei que era maravilhosa aquela transmissão de mente e imagens.
Ficamos muito tempo ali. A escuridão já queria se fazer. Conversamos, trocamos idéia. Viajei, imaginei. Exigi. Foi sem querer! Tarde demais! Pedi perdão. Só quis viver no mundo das nuvens. Sem tristeza, sem sofrimento.
“Fuga”. Ela disse, “seu mundo é aí, real, os sonhos devem ser realizados nele, não fora”.
Em sinal de zanga, se juntaram, ficaram escuras. Caiu uma tempestade. “Meus sonhos foram por água abaixo”, pensei. Então entendi, elas caíram e se juntaram a mim.
Deliciei-me, me molhei. Compreendi. Os sonhos não se vão, são transformados em realidade.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Dançando com Deus



Louvar e adorar a Deus, é para mim, a maior forma de edificar o Seu nome. É quando me achego a Ele, contudo, meu alimento! No Espírito; encontro forças, abrigo, certeza. Ao comentar com irmãos da convicção de minha salvação quando morrer vejo estranheza; pois eu digo; essa é a única certeza que tenho, é meu consolo. Ah! Não! Não é porque sou boazinha e faço tudo certo não, mas sim pela convicção do que Ele fez por mim, foi crucificado, morto, mas ressuscitou; selando assim, com Seu martírio, a aliança comigo, pagando meus pecados e me salvando. É pela graça e não pelas obras.
O sol nasce para todos, as aflições também, só depende de como as enfrentamos, com ou sem Deus, de qualquer forma Ele não vai deixar de ser quem É.
Louvo, louvo, adoro; não tem hora, não tem lugar.
Pleno lugar de trabalho, duas horas da tarde; cantando e dançando como se com Jesus, ouvi, “Deus é maior que você, você está dançando como se Ele fosse do seu tamanho, respondi, “não, Ele é do tamanho de cada um de nós e ao mesmo tempo do tamanho de todos nós juntos; na minha pequenez Ele se moldou para me abraçar, era essa a música que juntos dançávamos, “Abraça-me, abraça-me com Seus braços de amor”, envolvi-me então naquele abraço, meu coração se acalmou; compassado, cantei, “quero ser como criança, Ti amar pelo que És, voltar à inocência e acreditar em Ti”.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Depressão



Com as mãos ao volante estrada afora, uma placa se estampa à minha frente com os dizeres, “cuidado, pista em depressão”! Pensei, “é, a coisa está feia, até o asfalto hoje em dia está deprimido”!
Brincadeiras à parte. Espiritual, emocional, deficiência física; qual desses fatores será a causa para essa doença do século ou da atualidade?! Tristeza, insônia, falta de apetite, dor no peito e nenhuma força para prosseguir. E esses e muitos outros são os sintomas desse mau que assola alguns seres humanos que foram criados com outro intuito; o de serem felizes, amarem e serem amados.
E para servirem ao próximo e a um Deus criador que os fez com tanto esmero e perfeição deu-lhes o paraíso. Um planeta lindo, pronto para uso. Mas essa criatura, desde o primeiro deles começou errando, fazendo tudo errado. Sem cobertura! Ficou ao léu, desguarnecido. Livre arbítrio, personalidade, beleza e muito mais lhe foi dado para enxergar a magnitude do criador. No entanto, se permanece nos maus caminhos. “A paz eu vos dou, não vo-la dou como o mundo a dá”, disse Ele. Nem assim!
O desenvolvimento, a tecnologia dá, por vezes, a sensação de se estar ficando para trás. Também a falta de dinheiro, posição; inclusive saúde e aparência, seguimentos que dão grande importância para tal. Aí, o efeito colateral, a depressão. Imagens animadas, estagnadas, levadas para dentro de casa; impossível não fazer comparações. Protótipos de modelos esculturais ditadas pela moda, nem sempre naturais, estampadas até nossas vistas. Televisão, revistas, outdoors. Figuras, matéria, nada se vê do interior, do sobrenatural nos levam a comparações.
Consumismo desenfreado; poucos com muito e muitos com pouco. Leva à fraqueza; toca, fere o ego dos mortais, e então, o corpo não processa de maneira correta, não distribui igualmente, cai na tentação, se desespera. Tal e qual o que o dia a dia de uma vida do século 21, no que parece, quer dizer, quer passar!
Mas um fato essencial que pode mudar tudo isso, poucos também tem acesso. Que pena!
A morte de um “Senhor” que se entregou para mudar, transformar a vida de toda a criatura; Jesus. Ele, somente Ele pode tirar sua depressão, “e de grátis”, e até dá libertação e salvação eterna, não é demais!! Conheça esse benefício e tudo se fará novo em sua vida.